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A Estrada de Ferro Belém-Bragança (EFB) existiu por 82 anos (1883–1965) e às margens dela estruturaram-se colônias agrícolas que destinavam sua produção ao mercado ou porto de Belém. A ferrovia foi desativada há aproximadamente 50 anos, mas até 1965 foi fundamental para o escoamento da produção da região nordeste do estado do Pará.

Com o passar dos anos as colônias agrícolas evoluíram para categoria de municípios, com exceção de Belém, Capanema e Bragança, que já possuíam esse status (existem 13 municípios na rota entre Belém e Bragança conectados por meio da extinta malha ferroviária).

A desativação da EFB, em 1965, não somente impactou na mobilidade entre Belém e Bragança, mas também desarticulou toda uma logística de escoamento da produção que se estabelecia ao longo da ferrovia. Acabou por se transformar em um corredor de desenvolvimento, pela troca de informações, conhecimento, mercadorias e interação de pessoas. A estrada ligava a antiga estação de São Brás, em Belém, até a cidade de Bragança.

Entenda a Rota - Saindo de Belém pela BR-316 até Castanhal, dobre à esquerda em direção à Avenida Barão do Rio Branco, para entrar na rotatória e seguir pela PA-320 (estrada que vai para São Francisco do Pará). Deste ponto, o condutor segue direto, passando por Nova Timboteua, e dois quilômetros depois chegará ao trevo da PA-242 com a PA-324, seguindo por esta última para Salinas. Já para quem tem destino o município de Bragança, basta seguir caminho pela PA-308 com direção à Capanema.

Fonte: Secretaria de Estado de Comunicação

Data desta Notícia: 04/05/2015


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